O inverno de 2026 no Rio Grande do Sul, que é marcado pela influência do fenômeno El Niño, tem a expectativa de episódios de frio intenso, geada e umidade. Tendo iniciado com uma forte massa de ar polar, a previsão é de que novas ondas de frio intenso sejam registradas no mês de julho. E outras massas de ar polar tendem a se suceder até o final da estação, em setembro.
Essa possibilidade de uma quantidade expressiva de dias frios, traz consigo a expectativa do incremento das vendas dos segmentos que ajudam a esquentar o inverno dos gaúchos, como vestuário pesado (blusões, jaquetas, casacos, moletons), calçados e acessórios.
O presidente da Federação das Câmaras de Comércio e de Serviços do Rio Grande do Sul – FCCS-RS, Vitor Augusto Koch, avalia que o frio registrado nos últimos dias já despertou nos consumidores a necessidade da compra de itens que os aqueçam ao longo dos meses invernais.
– Historicamente, o segmento de vestuário apresenta, no inverno, um crescimento de quase 10% nas vendas em comparação com estações intermediárias, como outono e primavera. É um período em que blusões, malhas, moletons, cobertores, pantufas e pijamas, entre outros artigos, são muito procurados pelos consumidores. Outras alternativas de aquecimento, como lareiras, aquecedores, fogões a lenha e aparelhos de ar-condicionado, ajudam a impulsionar a comercialização do segmento de móveis e eletrodomésticos – destaca o presidente da FCCS-RS.
Neste cenário, o presidente Vitor Augusto Koch lembra que os lojistas devem estar preparados para ofertarem ações que beneficiem o consumidor e desperte neles o desejo da compra, como promoções que englobem preços e prazos acessíveis, além de viabilizar uma experiência de compra única e personalizada.



